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Crime + Investigation™ estreia em exclusivo EM NOME DOS MORTOS

28 Dezembro 2017

Será possível seguir o rasto de um assassino, algum tempo depois de ter sido cometido um crime? A resposta é sim, uma vez que “Em nome dos mortos”, especialistas conseguem obter provas, essenciais à resolução de alguns casos, através de pequenas células epidérmicas e vermes encontrados em restos mortais.

“Em Nome dos Mortos” é a nova série do Crime + Investigation™, com estreia marcada para dia 14 de janeiro, às 23h, que expõe novas provas, encontradas por especialistas em restos mortais, fulcrais à resolução dos crimes apresentados.

Com a ajuda de cientistas forenses e genéticos, bem como de investigadores de perfis e com a permissão da polícia é possível seguir o rasto aos assassinos, algum tempo depois dos atos criminosos terem sido cometidos.

Estes especialistas conduzem investigações com base em provas existentes numa cena de crime, como pequenas células epidérmicas minúsculas, distribuição sanguínea e vermes encontrados no local.

O investigador de perfis Stefan Harbort acredita que cada ato demonstra uma assinatura para o crime cometido, um padrão distinto que guia a polícia em direção ao criminoso e, por isso, o seu trabalho leva-o a estar cara a cara com o mal, uma vez que se encontra com assassinos em série para discutir os seus atos de violência e os motivos por trás dos mesmos.

“Em Nome dos Mortos”… a série em que as vítimas são a chave para alcançar a justiça!

 

Em janeiro…

 

Perfis Domingo, 14 de janeiro, 23h

Três jovens mulheres foram vítimas aleatórias de um homicídio a sangue frio. O investigador de perfis Stefan Harbort acredita que cada ato demonstra uma assinatura para o crime, um padrão distinto que guia a polícia em direção ao criminoso. O trabalho de Harbort leva-o a estar cara a cara com o mal: encontra-se com assassinos em série para discutir os seus atos de violência e os motivos por trás desses atos. O que é que leva uma pessoa a cometer um homicídio? O que é que o ato diz sobre o infrator? E como é que os investigadores podem usar este conhecimento para travar e condenar outros?

Código Genético

Domingo, 21 de janeiro, 23h

Elas decidiram ir de boleia para casa. Uma decisão que as conduziu à morte. Nos anos 80, cinco jovens mulheres tornaram-se vítimas do ”matador de Aachen”. Apesar das provas da cena do crime, ele permanece ainda um fantasma. Mas o tempo corre contra ele porque os detetives não desistiram: 25 anos depois do primeiro crime, cientistas forenses descobriram finalmente o código genético da sua impressão digital.

 

Provas que Falam

Domingo, 28 de janeiro, 23h

Os cientistas forenses são os especialistas que, com a permissão da polícia, conduzem as investigações, com base nas provas de uma cena de crime, para perseguir e prender criminosos. Células epidérmicas minúsculas, distribuição sanguínea e mesmo os vermes encontrados numa cena de crime horrível podem ser investigados, examinados e estudados para que sejam obtidas provas que ajudem as vítimas a alcançar justiça. Os mortos podem não conseguir falar, mas os seus restos mortais dizem mais do que o suficiente. Cabe aos investigadores, analistas e cientistas escutarem-nos.

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